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Mostrando postagens de julho 29, 2001
Flexas Contra o Muro O medo de não saber é o arco, e tentamos ser quem sabemos que nunca seremos, e tentamos ver o que sabemos que nunca fizemos. A vontade de viver e ser feliz é a flexa, e tentamos entender o que se passa ao redor, sem saber que somos nós que escolhemos o viver. O coração cansa, mas o amor não. Não pense que não sei que a vida é bem difícil... Sorrir, chorar, reflexos torpes de nossas almas já também cansadas de tudo isso, mas amedrontadas pela sombra da solidão. Do que eu sei, não sei dizer, mas meus olhos deixam escapar uma dor já refinada pelos anos que passaram, sem nada trazer mas que tudo levaram. Sei que a vida é bem difícil... mas, já que estamos aqui, nos resta viver. E agora, o muro é o que há entre eu e você.
"A possibilidade de arriscar é que nos faz homens. Vôo perfeito no espaço que criamos. Ninguém decide sobre os passos que evitamos. Certeza de que não somos pássaros e que voamos. Tristeza de que não vamos por medo dos caminhos." O poeta falou e calou-se e havia dor em suas palavras e amargor em seus olhos... Ah Lyma, você bem sabe que a vida é assim. Mais um sonho escorre, areia entre dedos, d e s i l u s ã o. O poeta então sorri (como sempre o fez diante da dor) e sente que esta solidão é parte eterna de si e lembra como a noite pode ser fria. Lembra também do mar, insistente sobre as pedras, é nisto que pensa o poeta quando tudo mais o força a desistir. Abre asas novamente no próprio espaço que criou, plumas anjelicais alçam vôo ao horizonte, e uma voz que o acompanha sempre ecoa em sua mente: "Lyma, é hora de acordar".
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Gosto da Lua... Me faz sentir vivo, pulsante, e por que não dizer: magnético. Eh uma influencia gostosa, silenciosa e prateada como sua luz. Dá vontade de uivar: Auuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu! A lua agora mesmo está assim: